Festival Casa Tomada recebe espaços de dança virtualmente

Aperte nestes botões para aumentar a fonte:

(Diminuir/Resetar/Aumentar)


O Festival Casa Tomada está em sua oitava edição, cujo objetivo é fortalecer a produção independente na área da dança. Além disso, está com inscrições abertas, no qual será virtual, através do site www.coletivocida.com.br, entre os dias 17 e 21 de março. ​Uma das novidades neste ano é o recorde de inscrição, uma vez que o Festival recebeu 30 inscrições de espetáculos, desempenhos e vídeos.

Como resultado, esta foi a edição que o festival mais recebeu inscritos.

A Casa Tomada, para quem não sabe, se concretiza como espaço alternativo de artes cênicas. Seu foco é na produção de artistas independentes da dança. Desde sua criação o espaço já recebeu artistas das mais diversas regiões. A casa, além de abrigar todas as ações do Coletivo CIDA, funciona como espaço de residência e resistência de artistas independentes.

O tema deste ano será sobre “Dança Caseira”, visto que o projeto tem o objetivo de chamar oito grupos, podendo ser grupos, coletivos ou companhia para compor uma programação diversa de cinco dias consecutivos.

Os vencedores receberão um prêmio

Cada uma das propostas selecionadas receberá um cachê de R$1.500,00, referente à exibição, execução de uma oficina e participação no bate-papo. Como resultado, os trabalhos selecionados contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, através da tradução para Libras (Língua Brasileira de Sinais) fornecida pelo próprio festival.

O resultado terá divulgação, portanto, no próximo domingo, dia 21 de fevereiro, através do site e das redes sociais do Coletivo CIDA (@coletivocida).

Além disso, o Festival Casa Tomada é uma iniciativa do CIDA. Tem recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, ainda conta com a Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Quem organiza o coletivo Cida

O CIDA é um grupo de dança contemporânea, fundado no ano de 2016 por jovens artistas emergentes, negros, com e sem deficiências. Além disso, são oriundos das mais diversas regiões do Brasil e radicados na cidade de Natal, com objetivo da profissionalização e subsistência através da dança.

A criação do coletivo é por conta de René Loui e Rozeane Oliveira, artistas que têm em seu histórico na dança o trabalho em outras companhias com perspectiva similar, sem contar que é um dos principais grupos do cenário atual de dança contemporânea do Rio Grande do Norte.