10 coisas que adolescente alternativos dos anos 2000 vão se identificar

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Já faz 16 anos que se passou na década de 2000, mas muita gente ainda se sente um pouco nostálgico daquele tempo que era adolescente rebelde, alternativo e queria fugir do Circo da Folia e outros eventos que a maioria dos natalenses iriam. Para matar a saudade, o Brechando fez uma lista de dez lugares que os alternativos da cidade iriam neste período. Confira:

Jogar Pump It Up

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Você jogava no modo simples, crazy ou nightmare? Sabia decorada as músicas? Economizava dinheiro para dançar na máquina? Se a resposta for sim, parabéns, você dançou Pump na década de 2000 e foi o estímulo para fazer uma matrícula numa escola de dança. Saudades do tempo em que tinha aula a tarde e antes de voltar ao colégio  ficava dançando na máquina feito uma louca.

Participar das festas de curso de inglês

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Você com certeza perdeu o seu BV ao som daquele DJ maneiro que tocava no Halloween do Open Doors (menos eu). Sim, o Halloween e outras festas promovidas por diversas escolas de inglês eram sucesso para a garotada. Se sentia o baladeiro por participar destas festas que só tinham refrigerante e alegria. Mal sabia que anos depois o nível de festa começaria a avançar.

Assistir shows de J-Rock no Saga Jam

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Todo otaku (viciado em anime) da cidade ia ao Saga Jam para escutar as principais bandas potiguares que tocavam rock em japonês (maioria tocavam covers). Quem nunca participou de um poga ao som daquela canção favorita que tocava na abertura de Samurai X? As bandas eram bastante cobiçadas e formadas por diversos músicos que hoje estão em diversas bandas profissionais.

Ficar horas na praça de alimentação do Midway Mall

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A Praça de Alimentação do Midway Mall era um reduto de adolescentes que não tinham nada o que fazer e ficavam horas sentados naqueles bancos e mesas para conversar sobre diversas coisas, comer aquela pizza do Habbib’s ou beber aquele refrigerante de dois litros comprados no Extra. A outra opção era jogar RPG.

Jogar RPG/comprar mangá na Reinos

Reinos era uma loja especializada em RPG e Mangá que existia no shopping Lagoa Center. Era o point dos adolescentes que gostavam da cultura japonesa. Sem contar que o espaço haviam mesas para que as pessoas pudessem jogar aquele joguinho maroto tranquilamente. Além disso, eles promoviam o Anime Expo Show, que acontecia uma vez por mês.

Ir ao show do Jane Fonda no Domingo da Praça

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Esqueça o Far From Alaska ou Talma & Gadelha, a moda nos anos 2000 era escutar Jane Fonda e toda semana eles tinham show em diversos cantos da cidade. Um dos cantos mais famosos que eles tocaram foi no Domingo da Praça, evento da TV Cabugi, onde o canal abria as portas de sua sede, em Candelária, para a realização de diversas apresentações culturais.

Encontrar no Golden Park

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Férias era sinal de ir ao Golden Park, que ficava do lado do finado Machadão. Era o momento onde encontrava os seus amigos para ir naquela montanha-russa de looping, o temível ranger ou tirar onda no trem-fantasma.

Ir ao primeiro cinema do Natal Shopping

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Antes do Cinépolis, o Natal Shopping tinha o cinemas Severiano Ribeiro, onde hoje fica o anexo da praça de alimentação. O local só tinha duas salas para assistir os seus filmes favoritos e era a única opção para aqueles que não queriam deslocar até o Rio Verde que ficava no centro. Depois veio o Moviecom e os dois cinemas citados foram fechados.

Assistir shows do Mada na Arena do Imirá

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Inicialmente, o Mada começou no largo da Rua Chile, na Ribeira. Depois, eles ficaram muitos anos na Arena do Imirá, na Via Costeira. Lá teve shows memoráveis, como Charlie Brown Júnior (semana que vem vai fazer três anos da morte do Chorão), Lulu Santos, Sepultura, Skank e dentre outros artistas.

Ouvir a Rádio Tropical, porque era a única que tocava rock

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Muitos adolescentes na década de 2000 só tinha uma opção para escutar rock, além de baixar canções no Kazaa, que era escutar a rádio Tropical, a 103,9 FM. O local tocava rock, pop, heavy metal e também reggae. Ao contrário das outras rádios que tocavam apenas forró, axé e swingueira. Muitos mataram aula para escutar o Jefferson Paiva ou escutava Atalija Lima. Hoje, a Tropical virou a Rádio Mix.


Sobre Lara Paiva
Oi, eu sou o Goku. Mentira, meu nome é Lara. Sou jornalista formada pela UFRN, natural de Natal. Sempre fui de humanas. Tem um blog para expor as suas curiosidades e anseios desta vida e mostrar os diferentes lados da vida urbana.

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