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O que é o Beco da Quarentena?

Pouca gente que circula na Ribeira sabe desse lugar, até uns meses atrás, confesso, que nem eu sabia. Fiz uma lista de becos famosos de Natal no Brechando, mas não listei este local. Até saber de uma amiga minha, que deu esta sugestão de pauta: “Fale do Beco da Quarentena”. Que diabo fica esse lugar? Fui então pesquisar no Google para saber se tinha alguma história dessa região e, pasmem, tem muito mais história do que eu e, com certeza, você imagina. Nós vamos contar um pouco dela a seguir. O Beco fica entre a Rua Frei Miguelinho e a Rua Chile, as vias mais próximas do Porto de Natal. É como se fosse uma “passagem secreta” para ir às essas ruas sem precisar contornar o quarteirão a pé, visto que é dificílimo entrar um carro na via.  Pouca gente se arrisca, com medo de ser roubado ou sofrer crimes piores. Reza a lenda que o local recebe este nome porque os marinheiros que chegavam com doenças contagiosas e as pessoas da cidade já contaminadas. Ao que parece, a referência é feita principalmente em relação a dois grandes surtos de varíola. Depois o local virou ponto de prostituição, nos quais as garotas de programa não tão elegantes quanto ao Cabaré de Maria Boa. É uma travessa de uns 25 metros, no qual a parte da Rua Chile fica do lado do casarão onde funciona o Centro Cultural Dosol. Conforme pode ser visto no vídeo publicado pela Tribuna do Norte, confira: Durante o Circuito Cultural da Ribeira, muitos…

Pouca gente que circula na Ribeira sabe desse lugar, até uns meses atrás, confesso, que nem eu sabia. Fiz uma lista de becos famosos de Natal no Brechando, mas não listei este local. Até saber de uma amiga minha, que deu esta sugestão de pauta: “Fale do Beco da Quarentena”. Que diabo fica esse lugar? Fui então pesquisar no Google para saber se tinha alguma história dessa região e, pasmem, tem muito mais história do que eu e, com certeza, você imagina.

Nós vamos contar um pouco dela a seguir.

O Beco fica entre a Rua Frei Miguelinho e a Rua Chile, as vias mais próximas do Porto de Natal. É como se fosse uma “passagem secreta” para ir às essas ruas sem precisar contornar o quarteirão a pé, visto que é dificílimo entrar um carro na via.  Pouca gente se arrisca, com medo de ser roubado ou sofrer crimes piores.

SAM_1631

Reza a lenda que o local recebe este nome porque os marinheiros que chegavam com doenças contagiosas e as pessoas da cidade já contaminadas. Ao que parece, a referência é feita principalmente em relação a dois grandes surtos de varíola. Depois o local virou ponto de prostituição, nos quais as garotas de programa não tão elegantes quanto ao Cabaré de Maria Boa.

É uma travessa de uns 25 metros, no qual a parte da Rua Chile fica do lado do casarão onde funciona o Centro Cultural Dosol. Conforme pode ser visto no vídeo publicado pela Tribuna do Norte, confira:

Durante o Circuito Cultural da Ribeira, muitos artistas e produtores culturais realizaram uma intervenção cultural dentro do beco, colocaram uma iluminação, limparam e chegaram a fazer diversas intervenções artísticas dentro do local.

As casas que ficam próximas ao beco estão todas fechadas e algumas ainda estão em estado de completo abandono.

O Beco nos tempos antigos
O Beco nos tempos antigos

 

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Pouca gente que circula na Ribeira sabe desse lugar, até uns meses atrás, confesso, que nem eu sabia. Fiz uma lista de becos famosos de Natal no Brechando, mas não listei este local. Até saber de uma amiga minha, que deu esta sugestão de pauta: “Fale do Beco da Quarentena”. Que diabo fica esse lugar? Fui então pesquisar no Google para saber se tinha alguma história dessa região e, pasmem, tem muito mais história do que eu e, com certeza, você imagina. Nós vamos contar um pouco dela a seguir. O Beco fica entre a Rua Frei Miguelinho e a Rua Chile, as vias mais próximas do Porto de Natal. É como se fosse uma “passagem secreta” para ir às essas ruas sem precisar contornar o quarteirão a pé, visto que é dificílimo entrar um carro na via.  Pouca gente se arrisca, com medo de ser roubado ou sofrer crimes piores. Reza a lenda que o local recebe este nome porque os marinheiros que chegavam com doenças contagiosas e as pessoas da cidade já contaminadas. Ao que parece, a referência é feita principalmente em relação a dois grandes surtos de varíola. Depois o local virou ponto de prostituição, nos quais as garotas de programa não tão elegantes quanto ao Cabaré de Maria Boa. É uma travessa de uns 25 metros, no qual a parte da Rua Chile fica do lado do casarão onde funciona o Centro Cultural Dosol. Conforme pode ser visto no vídeo publicado pela Tribuna do Norte, confira: Durante o Circuito Cultural da Ribeira, muitos…

Pouca gente que circula na Ribeira sabe desse lugar, até uns meses atrás, confesso, que nem eu sabia. Fiz uma lista de becos famosos de Natal no Brechando, mas não listei este local. Até saber de uma amiga minha, que deu esta sugestão de pauta: “Fale do Beco da Quarentena”. Que diabo fica esse lugar? Fui então pesquisar no Google para saber se tinha alguma história dessa região e, pasmem, tem muito mais história do que eu e, com certeza, você imagina.

Nós vamos contar um pouco dela a seguir.

O Beco fica entre a Rua Frei Miguelinho e a Rua Chile, as vias mais próximas do Porto de Natal. É como se fosse uma “passagem secreta” para ir às essas ruas sem precisar contornar o quarteirão a pé, visto que é dificílimo entrar um carro na via.  Pouca gente se arrisca, com medo de ser roubado ou sofrer crimes piores.

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Reza a lenda que o local recebe este nome porque os marinheiros que chegavam com doenças contagiosas e as pessoas da cidade já contaminadas. Ao que parece, a referência é feita principalmente em relação a dois grandes surtos de varíola. Depois o local virou ponto de prostituição, nos quais as garotas de programa não tão elegantes quanto ao Cabaré de Maria Boa.

É uma travessa de uns 25 metros, no qual a parte da Rua Chile fica do lado do casarão onde funciona o Centro Cultural Dosol. Conforme pode ser visto no vídeo publicado pela Tribuna do Norte, confira:

Durante o Circuito Cultural da Ribeira, muitos artistas e produtores culturais realizaram uma intervenção cultural dentro do beco, colocaram uma iluminação, limparam e chegaram a fazer diversas intervenções artísticas dentro do local.

As casas que ficam próximas ao beco estão todas fechadas e algumas ainda estão em estado de completo abandono.

O Beco nos tempos antigos
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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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